Casa Branca afirma que Trump busca restringir investimentos chineses nos EUA

O presidente Donald Trump deve assinar um memorando para restringir investimentos chineses em setores estratégicos dos EUA.

A medida, justificada por razões de segurança nacional, busca impedir que a China utilize tecnologia e capital norte-americano para fortalecer suas operações militares e de inteligência.

Medida estratégica

Hoje, nesta sexta-feira (21), soube que o presidente Donald Trump deve assinar um memorando que orienta a Comissão de Investimentos Estrangeiros (CFIUS) a restringir aportes chineses em setores estratégicos dos EUA.

Segundo informações confirmadas por um oficial da Casa Branca à Reuters, a ação se justifica em razão da segurança nacional, fundamental para proteger os interesses americanos diante das ameaças provenientes da China.

Justificativa de segurança

De acordo com o documento, a China estaria utilizando o capital e a criatividade dos EUA para modernizar suas operações militares, de inteligência e segurança. 

“A China está explorando nosso capital e engenhosidade para financiar e modernizar suas operações militares, de inteligência e segurança, colocando ameaças diretas à segurança dos Estados Unidos com armas de destruição em massa, guerra cibernética e muito mais”, declarou o oficial. 

Essa perspectiva reforça a necessidade de medidas que impeçam a transferência de tecnologia e conhecimento que possam comprometer a segurança americana.

Diretrizes para proteger os interesses americanos

Com essa orientação, o governo pretende definir novas regras para evitar que adversários estrangeiros, especialmente a China, se aproveitem do capital e da tecnologia dos EUA. 

Assim, somente investimentos que realmente atendam aos interesses do país serão autorizados. 

Essa mudança de postura busca garantir que os recursos e avanços tecnológicos norte-americanos não sejam utilizados para fortalecer operações que possam representar riscos à segurança nacional.

Foco em tecnologias sensíveis

Além das restrições aos aportes financeiros, há planos para impor limites também aos investimentos externos dos EUA na China, especialmente em áreas consideradas sensíveis.

Entre os setores que podem ser impactados estão semicondutores, inteligência artificial, tecnologia quântica, biotecnologia e aeroespacial. 

Essa iniciativa reflete uma preocupação crescente com a proteção das tecnologias que impulsionam a inovação e o desenvolvimento econômico dos Estados Unidos.

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