
Thiago Finch, renomado empreendedor digital, defende que o marketing tradicional sem o uso de inteligência artificial já morreu.
Segundo Finch, investir em IA é essencial para otimizar campanhas, reduzir custos e manter a competitividade, enquanto quem não se adapta está simplesmente “queimando dinheiro”.
Transformação imediata no marketing digital
Thiago Finch, um dos empreendedores digitais mais reconhecidos do Brasil, afirma sem rodeios que o marketing digital tradicional já morreu.
Segundo ele, a inteligência artificial não é mais uma promessa distante, mas uma ferramenta indispensável que revoluciona a criação de conteúdo, a análise de dados e a otimização de anúncios.
“Quem não estiver usando IA está simplesmente queimando dinheiro”, declara Finch.
Ressaltando que campanhas feitas manualmente já não competem com as capacidades automatizadas e eficientes das novas ferramentas.
Impacto nas profissões digitais
Finch prevê que 90% das profissões digitais sofrerão mudanças drásticas ou desaparecerão.
A inteligência artificial já automatiza tarefas que antes exigiam equipes inteiras, desde a criação de textos até o atendimento ao cliente.
Estudos apontam que 55% das tarefas repetitivas em empresas de tecnologia poderão ser automatizadas até 2027, evidenciando que a transformação já começou.
Para Finch, a adaptação é uma questão de sobrevivência no mercado, e quem não dominar IA estará fora do jogo.
Riscos e responsabilidade no uso da IA
Apesar do otimismo sobre a eficiência que a IA proporciona, Finch alerta para os riscos associados à manipulação em massa.
A tecnologia permite a personalização de campanhas, a geração de vozes e a criação de avatares com precisão impressionante, o que pode ser usado tanto para elevar a qualidade do conteúdo quanto para fins manipulativos.
“Ferramentas não têm moral, usuários sim”, enfatiza Finch, destacando que o propósito e a ética dos responsáveis pelo uso da IA são fundamentais para que a tecnologia seja aplicada de forma benéfica.
Dominar a IA: uma necessidade mínima
Para se destacar no competitivo mercado digital, Finch argumenta que dominar a IA não é um diferencial, mas um requisito mínimo.
Ele incentiva os profissionais a aprenderem a criar prompts melhores, testar, errar e aprimorar constantemente suas estratégias.
Com a integração de automações de atendimento e geração de conteúdo, ele conseguiu economizar centenas de horas por mês e reduzir contratações, o que ilustra o impacto direto da tecnologia na eficiência operacional.
Empresas que investem em IA são, em média, 35% mais eficientes do que as que ainda não migraram para essas soluções.
A essência do trabalho humano
Mesmo diante da revolução tecnológica, Finch acredita que a essência do trabalho humano permanece insubstituível.
Elementos como empatia, criatividade genuína e networking real não podem ser replicados pela inteligência artificial.
Segundo ele, essas características são o que mantêm os profissionais relevantes e capazes de estabelecer conexões significativas com o público.
Conclusão
Thiago Finch deixa claro que o futuro do marketing digital pertence àqueles que dominam a inteligência artificial.
Enquanto a automação redefine as práticas de mercado e transforma profissões, a combinação de tecnologia com os traços únicos do trabalho humano continuará sendo o diferencial para o sucesso.
Em um cenário onde 90% das profissões digitais vão mudar, quem se adaptar e investir em conhecimento sobre IA terá o poder de enfrentar os gigantes e liderar a próxima era do marketing.